O parto é um rito de passagem


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É uma oportunidade única de conhecermos novos aspectos de nossa totalidade: a generosidade, a entrega e a força feminina mais profunda e verdadeira. A sábia natureza nos deu “um tempo” entre a concepção e o parto, para que nos preparemos para esse grande evento. Mas, por muitas razões, nós delegamos a gravidez e o parto ao médico e a instituição e nos restringimos a preparar o enxoval, o quarto e a fazer os exames e consultas pré-natais.
O resultado dessa alienação, que tem como base conceitos puramente masculinos, é o número absurdo de cesarianas que vem sendo praticadas no Brasil. Isso sem falar das mulheres traumatizadas e dos nascimentos frios e desumanos que a falta de esclarecimento e orientação adequada ocasiona.
PODER ter orgasmos, menstruar, parir, amamentar e criar nossas crianças, está muito além do dever… é o exercício do direito de ser MULHER. Nosso corpo e nossa alma clama por esse espaço… precisamos dessas experiências para sabermos de nossa força… essa força tão temida desde os tempos da inquisição. As “bruxas”eram apenas as mulheres orgásticas, as parteiras e as conhecedoras da natureza. Essas não podiam ser controladas e por isso eram mortas. Todas as atividades ligadas ao feminino foram então delegadas a ciência e nos perdemos temporariamente de nossa natureza essencial. Mas acredito que a hora é essa…mulheres estão resgatando sua força através da experiência e não da retórica. Receba isso como um convite para experimentar e saber a delícia de SER….
Seja bem vinda, Flor de Lotus!
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Observe a respiração. Articule-se!

 

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