Lidando com o limite


Aos 12 anos comecei o ballet clássico.
Com os anos fui expandindo e aprendendo novas técnicas.
Aos 16 anos parei de comer carne e beber leite.
Aos 24 anos, eu jurava que nunca passaria dos 40, já tinha 3 filhas.
Estava abalada emocionalmente com a separação, assustada com a minha tarefa.
Aos 30 a multiplicidade de fatores alterou meu sistema nervoso e fui diagnosticada com ansiedade generalizada crônica e ainda haviam 5 vértebras com hérnias, aquela dor que não passava com analgésico.

Como bailarina eu acabei, como pessoa e terapeuta me enriqueceu.
Obviamente, me baixou uma tristeza medonha e procurei ajuda em diversas terapias corporais e psíquicas.
Conheci os florais, os mantras, retomei a respiração e quando pensei que estava indo devagar, até o meu máximo, meses já haviam se passado, e a dor e a ansiedade, começaram a me incomodar cada vez menos.
Obviamente, com o estilo de vida que levamos, as demasiadas informações e afazeres, as crises acontecem.
A acupunctura, o moxabustão, os florais, a prática, mesmo que mínima, mas perseverante, auxiliam num cuidado constante, conjugado e conscientizador das origens de nossos lamentos.
O caminho que escolhi foi a da menor resistência e interferência, os anos se passaram e por mais distante que eu estivesse do meu corpo, durante esse tempo, o alívio sempre foi encontrado pela consciência do meu corpo, da respiração, de uma postura que me abra, mesmo com dificuldade, quero ir até onde posso ir.

Articule sua mente
Observe a respiração
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