O descontentamento feminino


O descontentamento feminino

A infelicidade fundamental da mulher, o seu descontentamento perpétuo, tem origem no facto de o homem já não conseguir satisfazê-la através do físico. Os excessos emocionais, os seus acessos de depressão, as suas frustrações, mesmo a sua tensão pré-menstrual e as condições que a levam à histerectomia e a outros problemas uterinos, são devidos à incapacidade que o homem tem em reunir ou libertar as suas energias femininas fundamentais, as mais finas, fazendo amor. Estas energias divinas, de uma beleza extraordinária, são intensas e refinadas. Quando são deixadas por explorar na mulher, como o são hoje, degeneram em perturbações psíquicas e emocionais e cristalizam-se, por fim, em anomalias físicas.

A infelicidade fundamental do homem, a sua perpétua agitação, são devidas ao facto de que, esquecendo como fazer amor, abandonou a sua autoridade divina natural e perdeu o controlo sexual dele mesmo. A sua degenerescência emocional ou psíquica manifesta-se pela obsessão sexual, fantasias sexuais compulsivas, recalcamento sexual, levando à cólera e à violência assim como aos sintomas universais que são a corrida à riqueza e o facto de se refugiar no trabalho. O desenvolvimento dos negócios e a corrida à riqueza compensam o facto de ser um amante incompetente e escondem (nos dois sexos) a incapacidade ou o medo de amar.
Porque negligenciou o amor, porque negligenciou a mulher, o homem sofre de ejaculação precoce, culpabilidade, angústia, dúvidas sobre ele mesmo, impotência, atrofia sexual, que dissimula sob a forma de desinteresse sexual, de uma abstinência sexual devida à repressão do seu medo do fracasso, de valentia sexual simulada e de falta de sabedoria verdadeira.
Eis o que inflige à mulher, agravando assim o descontentamento natural nela e nele, a sua própria agitação.

in “Fazer amor de maneira divina” Barry Long

Fonte:https://www.facebook.com/sakuramorgana

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2 pensamentos sobre “O descontentamento feminino

  1. Resumindo, a culpa é sempre do homem? Seria uma excelente maneira de simplificar os conflitos humanos, se não fosse uma lógica tão pueril…
    Seguindo esse raciocínio, a responsabilidade de existir prazer em uma relação sexual entre homem e mulher é sempre dele. A mulher seria, pois, somente um ser manipulável e dependente da capacidade do homem de gerar prazer.
    Eximir a mulher de culpa num conflito afetivo ou sexual é colocá-la como inferior e incapaz de assumir sua cota de responsabilidade na relação. É machista, é deplorável.
    Santificar a mulher e demonizar o homem está longe de ser feminismo.
    É maniqueísmo barato.

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    • CONSCIÊNCIA CORPORAL Pude sentir daqui sua eloquência. Deve ser porque escrevi mal mesmo, não tive a menor intenção de distorcer seu comentário. Estava apenas fazendo o meu, se me der licença. Devo te lembrar que eu não escrevi esse texto, apenas o coloquei para debate. Esse espaço não é para competições de certezas, mas para consenso. Não vejo receptividade em seu tom desrespeitoso. Sua atitude é contraditória ao comentário.

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